segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Comércio dentro de ônibus. Uma alternativa para o desemprego.


"Boa tarde, senhoras e senhores! Eu estou desempregado. Poderia estar matando ou roubando , mas, em vez disso, estou aqui tentando ganhar um dinheirinho extra para sustentar a minha família."Se você costuma andar de ônibus, já deve ter ouvido essa frase dezenas de vezes. Com uma taxa de desemprego de 15,9%, trabalhadores do Distrito Federal têm migrado para o comércio ambulante. Mas como essa é uma área bem saturada, resolveram inovar e vender mercadorias dentro dos ônibus.
Maria Aparecida Castro, 32 anos, está na atividade há seis meses. Com três filhos para criar e o marido doente, Maria Aparecida garante que essa foi a única opção. "Preciso ganhar a vida de algum jeito. Muitos passageiros se incomodam, mas, se tivessem filhos para criar e estivessem desempregados, fariam a mesma coisa", desabafa a ambulante.
Além da resistência de alguns passageiros, os ambulantes enfrentam outra dificuldade. Os comerciantes entram pela porta de trás. Sem pagar passagem. E os motoristas são instruídos pelas empresas que trabalham a não permitir essa prática. "Por dia, eu deixo entrar pelo menos dois vendedores, mas, se a empresa descobrir, é motivo de demissão", garante J.R., motorista da Viação Planalto. "A empresa não permite porque é proibido dar carona, mas, eles estão desempregados e, da forma como o desemprego aumenta, quem garante que amanhã eu não vou estar no lugar deles?", completou o motorista.
A opinião dos passageiros se divide. Carla Régia, moradora da Santa Maria, acredita que os ambulantes fazem isso por falta de opção, mas, admite: "às vezes eu fico irritada com eles. Se a gente não pensar bem, acaba perdendo a paciência".Carlos Alberto, da Samambaia, já vê a atividade com outros olhos. "Estão trabalhando honestamente. Pior é se estivessem assaltando os ônibus", afirmou.
Em informativo fixado nos ônibus, as empresas fazem questão de lembrar que a prática de carona é proibida por lei, mas e os comerciantes que pagam as passagens regularmente? Por enquanto, isso é um mistério. Em contato com a Secretaria de transportes do DF (Setrans), o Departamento de transporte Urbano do DF (DFTrans) e até com a Câmara Legislativa,ninguém soube informar se a prática é legal.

Concurso público não é fixação de todo brasiliense


“Os meus filhos serão funcionários públicos. O governo não atrasa pagamento e não costuma demitir funcionários”. Esta é a opinião de Vandevaldo Gonçalves, policial militar há 19 anos. Mesmo conhecendo as vantagens de “trabalhar para o governo”, ainda existem brasilienses que não querem sequer ouvir falar em concurso público. A universitária Andréa Ábia é uma delas. “A concorrência é muito grande. Tem gente que estuda três, quatro anos e não consegue passar”, afirma.

Andréa sonha em conseguir um bom trabalho, mas, lamenta: “não existem muitas oportunidades em Brasília”. Para a estudante de contabilidade Fabiana Yuri, a quantidade de funcionários públicos em Brasília faz com que o custo de vida seja muito alto. “As pessoas pensam que todo mundo aqui ganha mais de dois mil reais”, desabafa. “Tudo aqui é caro, principalmente moradia”.

Com tanta gente atrás de um cargo público, os cursos preparatórios se multiplicaram. Para o empresário José Wilson Granjeiro, dono de uma rede de cursos preparatórios para concursos, “o setor privado não oferece tantas oportunidades quanto o setor público”. No entanto, aponta uma saída para quem não quer se misturar à multidão. Segundo o empresário, quem não tem afinidade por cargos públicos “deve se especializar na área de tecnologia de informática ou tentar abrir seu próprio negócio, especialmente no setor de serviços, que vem crescendo a cada dia no Distrito Federal”.

13º para os contribuintes. 14º e 15º para os parlamentares


Aprovado em 2007 pela Câmara Distrital, o caráter optativo do 14º e 15º salários dos deputados não passou de mera formalidade. O projeto de lei garante aos parlamentares o direito de decidir se querem ou não receber o abono, mas, para abrir mão do benefício, os deputados teriam que formalizar sua decisão enviando um ofício à secretaria da Câmara. No entanto, o Secretário Geral da Câmara, Arlécio Gazal, recusou-se a informar os nomes de quem já fez isso até agora.

Segundo o deputado Reguffe, autor do projeto original, que previa a extinção da regalia, a decisão da Câmara foi vergonhosa. Para o deputado, gastos como esse são uma "irresponsabilidade com o dinheiro do contribuinte."

Enquanto a Câmara não aprova uma pauta mais ética, o contribuinte continua pagando a conta. A Câmara Distrital gasta, por ano, mais de 450 mil reais com o pagamento do 14º e 15º salários dos 24 integrantes dão casa. "A gente rala o ano inteiro para ganhar um 13º que não dá nem para pagar as contas, e ainda tem que para pagar o 14º dos deputados", desabafa a atendente Stefany Nataly.

Brasileiro "não tem tempo para ler contrato"


Aprovada em setembro, a Lei 11.785 acabou com as letras miúdas nos contratos. Ufa! Ninguém conseguia ler aquelas letrinnhas minúsculas! Agora que não podem ser redigidos com fonte inferior a 12... o brasileiro continua assinando contratos sem ler.

Vendedora há 25 anos, Fátima Góes enumera as desculpas dos clientes. "Não tenho tempo", "todo contrato é igual" e "confio em você" são as favoritas. Fátima confessa que já teve muitas reclamações posteriores de clientes que se recusaram a ler mas, ressalta: "não posso obrigar ninguém a ler".

O advogado Marcos Freire concorda. Segundo Marcos, alguns processos que correm na justiça durante anos poderiam ser evitados com 30 minutos de leitura. "O brasileiro não tem hábito de ler e, como não entende alguns termos dos contratos, prefere confiar na boa fé dos outros", lamenta o advogado.


segunda-feira, 15 de junho de 2009

E o diploma?


STF ainda não bateu o martelo sobre a obrigatoriedade do diploma do jornalista



Continua a batalha pela exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará no dia 17, o Recurso Extraordinário RE 511961 que decidirá o futuro da imprensa no Brasil. Contestado pelo Ministério Público Federal de São Paulo, o diploma jornalístico levantou debates fervorosos no ano passado, mas, com tantos jogos de interesses, o processo acabou adiado.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em parceria com sindicatos de jornalistas, organizou várias campanhas para chamar a atenção da sociedade sobre o tema. Em entrevista para o Portal da Imprensa, o presidente da Federação, Sérgio Murillo de Andrade, garantiu que o brasileiro conhece “a real dimensão da importância do jornalismo para o país e quer receber informações de qualidade, apuradas por jornalistas formados".

Contrariando essa prerrogativa, alguns jornalistas já formaram blocos de oposição. É o caso do Movimento em Defesa dos Jornalistas Sem Diploma criado em 2005. Inspirado no jornalista Cláudio Abramo, o movimento se apóia na premissa de que o Brasil tem profissionais de boa qualidade que não possuem formação de jornalista.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Vôo 447: Lula tenta confortar parentes das vítimas



Na manhã dessa segunda-feira (8),
o presidente Lula encerrou seu
programa de rádio com uma mensagem
para os familiares das vítimas do vôo 447.
O presidente garantiu que o governo vai
se empenhar no resgate de todas as vítimas.

Durante o programa, o presidente afirmou que um dos principais problemas do tráfego aéreo brasileiro é o número reduzido de controladores de vôos. Atualmente, existem 360 profissionais da área em treinamento mas, o presidente ressaltou a necessidade de encontrar profissionais dedicados. “Quem quiser ser controlador tem que estar satisfeito com a sua função” , declarou o presidente.

Lula afirmou, ainda, que a CPI que investiga as irregularidades que provocaram o caos aéreo poderá fornecer informações que subsidiem as ações do governo.

Leia o programa na íntegra

Concursos: 1.147 vagas no Distrito Federal

Seleção pública abre 8,5 mil vagas nessa segunda-feira. Ao todo, são 26 concursos com as inscrições abertas em todo o país. Só no Distrito Federal são 1.147 vagas distribuídas em nove concursos.

As vagas, para nível fundamental, médio, técnico e superior, têm salários que variam de R$ 891,00 a R$ 9.552,00. O

O concurso com a maior oferta de vagas é o da
Secretaria de Saúde do Distrito Federal. São 400 vagas para Agente Comunitário de Saúde. Os aprovados terão carga horária de 40 horas semanais e ocuparão postos em nove cidades satélites.

Outro concurso com as inscrições abertas é o da
Polícia Militar. A seleção causou polêmica depois que um decreto do governador José Roberto Arruda exigiu nível superior para o cargo. O Tribunal de Contas do DF tentou derrubar o decreto alegando que a determinação ia de encontro a uma lei federal mas, a última palavra foi do Tribunal de Justiça. Devido a uma ação da Associação de Oficiais da PMDF, o Tribunal expediu um mandado de segurança e manteve a seleção.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Importância da pós-graduação para a área de Assessoria (Entrevista com Jalili Elias)




O perfil do assessor de imprensa

Brasília para jornalistas

A facilidade de ingressar no ensino superior aumentou a concorrência no mercado de trabalho. Quem já é graduado procura um diferencial: a pós-graduação. Os estudantes de Comunicação Social apostam em uma área bem promissora em Brasília: assessoria de comunicação.

Jalili Elias, coordenadora da assessoria de uma faculdade, explica que, em Brasília, a atividade oculta boas oportunidades. “Existem muitos pequenos grupos de comunicação, mas as pessoas não conhecem”, afirma.

Segundo Jalili, que atua no mercado há oito anos, todo profissional deve estar sempre se especializando. A pós é uma chance de ficar atualizado. “O mercado exclui profissionais que não se reciclam”, garante.

Juliana dos Santos Almeida, estagiária de assessoria, comenta que entrou no estágio porque precisava cumprir horas curriculares mas, pretende atuar na área. A estudante está no último semestre do curso e planeja fazer pós-graduação em assessoria. “Para entrar no mercado de trabalho, a gente não pode parar de estudar” assegura Juliana.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Rota de fuga


O que fazer numa metrópole sem praia? Segundo a Ruraltur, sindicato que representa as empresas especializadas em turismo rural, esse é o motivo que atrai o brasiliense para roteiros ecológicos. A praia mais próxima da capital fica a, pelo menos mil km.

Em feriados prolongados, quem mora em Brasília ou no Entorno está optando por trilhas, cavalgadas em hotéis fazenda, rappel e até atividades mais tranquilas como retiros espirituais e observação de pássaros.

O Salto do Itiquira (Formosa-GO), Chapada dos Veadeiros e Chapada Imperial (Sobradinho) estão entre as roteiros mais visitadas mas, ainda existem cantinhos desconhecidos em pequenas fazendas.

É o Distrito Federal se rendendo às belezas do Entorno!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A MÍDIA CONTRA A LEI ROUANET

O Ministério da Cultura abriu espaço para a população discutir modificações na lei de incentivo a cultura, também conhecida como Lei Rouanet. Entre outros aspectos, o novo texto da lei propõe a quebra de direitos autorais em favor do governo após 18 meses. Essa reforma, no entanto, tem causado grande polêmica na mídia.
O problema é que os conglomerados de comunicação controlam a maior parte das obras culturais que circulam no país. A rede Globo de televisão é uma delas. Possui controle acionário da Editora Globo e terá um grande choque nas finanças se a quebra dos direitos autorais for efetivado. Do outro lado da discussão, está o cidadão comum.
Segundo pesquisa do Ministério da Cultura, o brasileiro lê apenas 1,8 livros por ano. O motivo dessa falta de interesse pela leitura é o preço das obras. Um livro recém-lançado custa em média 35 reais, ou seja, 7,5% do salário mínimo. Ganhando apenas 350 reais mensais, Adriana Lira lamenta não ter dinheiro para comprar livros.
Adriana confessa que quando não encontra as obras que precisa em bibliotecas, procura sites de download gratuito na internet. Os autores de alguns desses sites, no entanto, respondem a processo por quebra dos direitos autorais, como é o caso do Google Books.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Clipping

Folha Online

Nova Lei Rouanet prevê "quebra" de direito autoral
SILVANA ARANTESda Folha de S.Paulo


A proposta do Ministério da Cultura (MinC) para alterar a Lei Rouanet prevê a suspensão da reserva de direitos autorais dos bens e serviços realizados com benefício da lei (de renúncia fiscal), em favor do governo.
O texto estabelece que, um ano e meio após a realização da obra financiada com recurso público, "a administração pública federal" poderá dispor dela "para fins educacionais".
O embargo é de três anos nos casos em que o uso pelo governo for para "fins não comerciais e não onerosos". Isso permitiria, por exemplo, que a TV Brasil exibisse numa faixa de programação educativa a produção audiovisual feita com incentivo da lei. Quase todos os longas realizados atualmente no país são financiados por meio das leis Rouanet e do Audiovisual.
"Contrassenso"
O secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, diz que, "uma vez explorado o processo econômico de um bem cultural financiado com dinheiro público, proibir ou limitar o seu acesso numa TV pública ou educacional é um contrassenso que a gente busca sanar com essa medida".
A medida caracteriza-se como "licença compulsória", segundo especialista em direito autoral ouvido pela Folha.
A Lei Rouanet contempla também a edição de livros, a produção de CDs e DVDs musicais, a montagem de espetáculos de artes cênicas e de exposições de artes visuais, entre outros produtos culturais.
O MinC estima que, com o fim da reserva de direitos, o MEC poderá reimprimir, para fins pedagógicos, livros de valor artístico financiados pela lei, mas cuja tiragem é restrita.Outra mudança significativa no anteprojeto de lei formulado pelo MinC, que está em consulta pública (
www.planalto. gov.br/ccivil_03/consulta_ publica/programa_fomento.htm) e é tema de debate que a Folha promove, hoje, com o ministro da Cultura, Juca Ferreira, é o fim da proibição de uso do "mérito artístico" como critério para avaliar os projetos submetidos ao crivo da lei.
Compete ao MinC autorizar (ou negar) a obtenção de recursos via Lei Rouanet --em que o patrocinador aplica em projeto cultural parcela de seu Imposto de Renda devido.
Da forma como é feita hoje, a avaliação dos projetos inscritos na Lei Rouanet --em torno de 9.000 por ano-- obedece apenas critérios técnicos, como a coerência entre seu orçamento e as realizações previstas.

CORREIO BRAZILIENSE

Lei Rouanet vai à consulta pública a partir desta segunda-feira

As propostas de alteração da Lei Rouanet, lei de financiamento da cultura criada há 18 anos, estarão no site do Ministério da Cultura na Internet, a partir desta segunda-feira, para consulta pública até o dia 6 de maio. Depois desse período, o governo acatará (ou não) sugestões feitas e encaminhará o texto de um projeto de lei para votação no Congresso Nacional.
Na entrevista coletiva que concedeu hoje, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, criticou o pouco acesso que a população tem à cultura hoje (apenas 14% vão ao cinema ao menos uma vez por mês, segundo o Ministério) e a concentração de recursos públicos para o financiamento de propostas culturais nas mãos de poucos proponentes."Não queremos demonizar a Lei Rouanet, mas 18 anos depois, temos que fazer uma discussão.
A lei tem muitas qualidades, mas também tem defeitos gravíssimos. No ano passado disponibilizamos R$ 1 bilhão em recursos públicos e 50% desses recursos foram captados por 3% (dos proponentes). Isso não é justo. Isso não é política pública", reclamou.A ideia do Ministério da Cultura é que o financiamento via renúncia fiscal, hoje o principal mecanismo de patrocínio público a projetos, passe a ser apenas uma possibilidade e o Fundo Nacional de Cultura, com cinco novos fundos setoriais (Artes, Memória e Patrimônio Cultural, Livro e Leitura, Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e o Fundo Global de Equalização) passe a ser a principal forma de financiamento. Esses funcionariam como já opera o Fundo do Audiovisual, composto por um comitê gestor formado pela classe artística, sociedade civil e representantes do Ministério.
Os recursos do Fundo Nacional de Cultura também poderiam ser transferidos para estados e municípios, desde que o governo local tenha um conselho com representantes da sociedade civil para que este defina o destino do dinheiro e fiscalize sua execução.Uma das principais críticas às mudanças propostas é que as empresas não poderão escolher que projetos desejam financiar, já que o governo quer que essa decisão seja compartilhada."Esses critérios (de decisão) terão que ser aprovados e construídos à luz do dia. Tem que ir para o Conselho Nacional de Cultura para que não haja nenhuma intenção de dirigismo na condução desse processo. Estamos propondo um modelo de gestão compartilhada, público, transparente, ao acesso do controle social. É isso que nós queremos, não disponibilizar dinheiro público para o enriquecimento de dois ou três e pela apropriação de áreas da cultura em detrimento da grande maioria do povo brasileiro e dos produtores culturais do Brasil", rebateu o ministro.
Outra distorção apontada por Juca Ferreira é a falta de conhecimento da sociedade de que é o Estado quem patrocina a maioria das peças, filmes e exposições no Brasil. Ele disse que é preciso desmistificar a ideia de que é a empresa quem financia projetos, quando esta tem 100% de isenção fiscal ao bancar tal iniciativa. O Ministério estima que 90% das atividades culturais são pagas com dinheiro público, enquanto a iniciativa privada arca com somente 10% do total."Eu quero construir uma parceria público-privada que seja defensável em qualquer fórum. Ninguém sabe que o Museu do Esporte foi feito com dinheiro federal, da Lei Rouanet, porque não é dito isso. É preciso botar o dedo na ferida para que a gente possa construir uma parceria público-privada nos moldes do que a sociedade brasileira está madura para ter", disse.
Além dos fundos setoriais, o projeto prevê novas formas de captação, como a utilização de recursos de uma Loteria Federal da Cultura, que está sendo negociada com a Caixa Econômica Federal.Finalmente, o Ministério propõe faixas diferenciadas de renúncia fiscal. Hoje, só são possíveis os percentuais de 30% ou 100% de renúncia. A proposta de projeto de lei sugere a inclusão de faixas de 60%, 70%, 80% e 90% de dedução do imposto.Juca Ferreira espera que as mudanças sejam implementadas ainda este ano. Segundo ele, o projeto conta com a simpatia da maioria dos congressistas.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Lei Rouanet em pauta

A matéria pretende dar uma abordagem diferenciada às discussões que cercam as novas proposições da Lei Rouanet. Ao contrário da imprensa que está focando suas reportagens em artistas, a matéria pretende ouvir a opinião do cidadão comum, maior beneficiado com a lei.
Por tratar-se de um assunto que ainda está em pauta na mídia, o texto em si, deve conter no máximo quatro parágrafos. No corpo do texto, haverão links disjuntivos remetendo ao texto integral da lei e a um vídeo com entrevistas do ministro da Cultura. A página deve conter ainda, um espaço para postagem de sonoras . Outro elemento utilizado será o link conjuntivo.
Esta ferramenta possibilitará ao leitor/internauta acessar clipping de matérias publicadas a respeito do mesmo assunto. Obedecendo a proposta do blog, haverá também um espaço de comentários destinado a ouvir a opinião do leitor. Estes comentários só serão editados, se não estiverem relacionados ao assunto em questão.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Funções do link no webjornalismo

Analisando os portais http://www.hojeemdia.com.br/ e http://www.folhape.com.br/, pode-se verificar que, embora, ambos utilizem links conjuntivos e disjuntivos, a presença do primeiro é mais marcante. Percebe-se ainda que os links externos ou intertextuais são mais comuns para fazer referência à informação publicitária.
Quanto ao tipo de informação, os dois portais, utilizam-se de todos os recursos: editoriais, serviços e publicitários. O portal Hoje em Dia possui uma peculiaridade quanto aos editoriais narrativos. As matérias do jornal não possuem links editoriais. Já o portal da Folha de Pernambuco, utiliza links de complementação. Como ambos os portais são carentes de editoriais narrativos, conclui-se que ainda são estreantes no webjornalismo e ainda não dispõem dos recursos utilizados pelos grandes portais.
Embora o portal Hoje em dia não faça uso de links editoriais, é mais rico em informação e recursos multimídia do que o Folha de Pernambuco. O primeiro possui um número consideravelmente maior de editoriais organizativos e narrativos. Por possuir um número maior de informações, acumula também, um número maior de anunciantes.
Ambos os sites utilizam links intertextuais como recurso. No Hoje em dia, estes links remetem a material informativo de outros sites como é o caso do link que informa sobre os indicadores econômicos,
http://www.bmf.com.br/portal/pages/boletim1/bd_manual/indicadoresFinanceiros1.asp. Já no portal Folha de Pernambuco, os links intertextuais também divulgam material publicitário, mas, possui alguns links que direcionam a outros portais de notícia, como é o caso da BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090401_protestos_atualiza_dg.shtml
Os links disjuntivos são mais usuais no portal Hoje em dia, como se pode verificar a seguir:
http://www.hojeemdia.com.br/campanha/regulamento.jpg Embora o portal Folha de Pernambuco possua um blog na sua lista de parcerias, o conteúdo exibido neste blog não é informativo e chega a ser apelativo para constar em um jornal. http://butucanoboteco.blogspot.com/.
Quanto ao material fotográfico, nos dois portais, ele é utilizado como link para direcionar o leitor/internauta para as matérias na íntegra. Outro fator importante é que nenhum dos sites utiliza a fonte Verdana, que é tida como padrão para internet, no entanto, o tipo de letra usada no Portal Hoje em dia, tem uma visibilidade bem maior e é de fácil leitura.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Atualização de postagem

AULA DE WEBJORNALISMO

1) Clodovil Hernandes (PR-SP)

Causa da morte:
Morte cerebral após um AVC(Acidente Vascular Cerebral)

Formação Profissional:
Estreou na carreira de estilista na década de 60.
Na década de 80 começou sua carreira de apresentador na rede Globo com o programa TV Mulher.
Entrou para a política em 2006 como deputado federal pelo Estado de São Paulo.

Nascimento:
Nasceu em Elisiário no dia 17 de junho de 1937, interior de São Paulo.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/tv-novelas-famosos/reportagem/acontece/trajetoria-clodovil-hernandez-428886.shtml

2) Felipe Massa
Vitórias em GPS: 11
Nascimento: 25 de abril de 1981
Nome da esposa: Rafaela Bassi

Fontes: http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/?Casamento_de_Felipe_Massa_e_Rafael_Bassi+6724&Grupo=10
http://www.garagemweb.com/materias/materias.asp?id=72

3) Nando Reis (José Fernando Gomes dos Reis)
Nascimento: Nasceu em 12 de janeiro de 1963
Cidade onde nasceu: São Paulo
Onde mora: São Paulo
Fonte: members.tripod.com/titaslmr/tnando.htm

4)Lula
Nascimento:
27 de outubro de 1945, na cidade de Garanhuns
Esposa: Marisa Letícia
Trajetória Política:
Em 1982 o PT já estava implantado em quase todo o território nacional. Lula liderou a organização do partido e disputou naquele ano o Governo de São Paulo. Em agosto de 83, participou da fundação da CUT – Central Única dos Trabalhadores. Em 84 participou, como uma das principais lideranças, da campanha das "diretas-já" para a Presidência da República. Em 1986, foi eleito o deputado federal mais votado do país, para a Assembléia Constituinte.
O PT lançou Lula para disputar a Presidência da República em 1989, após 29 anos sem eleição direta para o cargo. Perdeu a disputa, no segundo turno, por pequena diferença de votos, mas dois anos depois liderou uma mobilização nacional contra a corrupção que acabou no "impeachment" do presidente Fernando Collor de Mello. Em 1994 e 1998, Lula voltou a se candidatar a presidente da República e foi derrotado por Fernando Henrique Cardoso.
Desde 1992, Lula atua como conselheiro do Instituto Cidadania, uma organização não-governamental criada após a experiência do Governo Paralelo, voltado para estudos, pesquisas, debates, publicações e principalmente formulação de propostas de políticas públicas nacionais, bem como de campanhas de mobilização da sociedade civil rumo à conquista dos direitos de cidadania para todo o povo brasileiro.
Na última semana de junho de 2002, a Convenção Nacional do PT aprovou uma ampla aliança política (PT, PL, PCdoB, PCB e PMN) que teve por base um programa de governo para resgatar as dívidas sociais fundamentais que o país tem com a grande maioria do povo brasileiro. O candidato a vice-presidente na chapa era o senador José Alencar, do PL de Minas Gerais.
Em 27 de outubro de 2002, aos 57 anos de idade, com quase 53 milhões de votos, Luiz Inácio Lula da Silva é eleito Presidente da República Federativa do Brasil.
Em 29 de outubro de 2006, Luiz Inácio Lula da Silva se reelege Presidente da República com mais de 58 milhões de votos (60, 83% dos votos válidos) vencendo em segundo turno o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Geraldo Alckmin.
Fonte: http://www.presidencia.gov.br/presidente/

5) Projeto de lei que obriga a utilização de air bags frontais em veículos de passeio
Projeto de Lei 1822/07, do deputado Francisco Tenório (PMN-AL)
Lei 11.910/09
Sancionado pelo Presidente Lula em 19/03/2009
Fonte: http://www.direito2.com.br/acam/2008/jan/28/proposta-obriga-instalacao-de-airbags-em-carros-de-passeio

Atividade 22/03/2009

AULA DE WEBJORNALISMO

1) Clodovil Hernandes (PR-SP)

Causa da morte:
Morte cerebral após um AVC(Acidente Vascular Cerebral)

Formação Profissional:
Estreou na carreira de estilista na década de 60.
Na década de 80 começou sua carreira de apresentador na rede Globo com o programa TV Mulher.
Entrou para a política em 2006 como deputado federal pelo Estado de São Paulo.

Nascimento:
Nasceu em Elisiário no dia 17 de junho de 1937, interior de São Paulo.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/tv-novelas-famosos/reportagem/acontece/trajetoria-clodovil-hernandez-428886.shtml

2) Felipe Massa
Vitórias em GPS:11

Nascimento: 25 de abril de 1981
Nome da esposa: Rafaela Bassi

Fontes: http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/?Casamento_de_Felipe_Massa_e_Rafael_Bassi+6724&Grupo=10
http://www.garagemweb.com/materias/materias.asp?id=72

3) Nando Reis (José Fernando Gomes dos Reis)
Nascimento: Nasceu em 12 de janeiro de 1963
Cidade onde nasceu: São Paulo
Onde mora: São Paulo
Fonte: members.tripod.com/titaslmr/tnando.htm

4)Lula
Nascimento:
27 de outubro de 1945, na cidade de Garanhuns

Esposa: Marisa Letícia

Trajetória Política:
Em 1982 o PT já estava implantado em quase todo o território nacional. Lula liderou a organização do partido e disputou naquele ano o Governo de São Paulo. Em agosto de 83, participou da fundação da CUT – Central Única dos Trabalhadores. Em 84 participou, como uma das principais lideranças, da campanha das "diretas-já" para a Presidência da República. Em 1986, foi eleito o deputado federal mais votado do país, para a Assembléia Constituinte.
O PT lançou Lula para disputar a Presidência da República em 1989, após 29 anos sem eleição direta para o cargo. Perdeu a disputa, no segundo turno, por pequena diferença de votos, mas dois anos depois liderou uma mobilização nacional contra a corrupção que acabou no "impeachment" do presidente Fernando Collor de Mello. Em 1994 e 1998, Lula voltou a se candidatar a presidente da República e foi derrotado por Fernando Henrique Cardoso.
Desde 1992, Lula atua como conselheiro do Instituto Cidadania, uma organização não-governamental criada após a experiência do Governo Paralelo, voltado para estudos, pesquisas, debates, publicações e principalmente formulação de propostas de políticas públicas nacionais, bem como de campanhas de mobilização da sociedade civil rumo à conquista dos direitos de cidadania para todo o povo brasileiro.
Na última semana de junho de 2002, a Convenção Nacional do PT aprovou uma ampla aliança política (PT, PL, PCdoB, PCB e PMN) que teve por base um programa de governo para resgatar as dívidas sociais fundamentais que o país tem com a grande maioria do povo brasileiro. O candidato a vice-presidente na chapa era o senador José Alencar, do PL de Minas Gerais.
Em 27 de outubro de 2002, aos 57 anos de idade, com quase 53 milhões de votos, Luiz Inácio Lula da Silva é eleito Presidente da República Federativa do Brasil.
Em 29 de outubro de 2006, Luiz Inácio Lula da Silva se reelege Presidente da República com mais de 58 milhões de votos (60, 83% dos votos válidos) vencendo em segundo turno o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Geraldo Alckmin.

Fonte: http://www.presidencia.gov.br/presidente/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Google causa dependência


Desenvolvido no final da década de 90 por três universitários, o Google é hoje o maior site de buscas do planeta. Com o controle de 60% das buscas feitas na internet, a multinacional acumulou, nos últimos anos, o maior banco de dados da história. Com todo esse poderio, já tem muita gente que não sabe mais viver sem ele.
Para a estudante Thalyta Moraes, 14 anos, o Google “é como uma biblioteca gigante, onde você acha tudo que procura sem sair do lugar”. Acostumada a usar o site para fazer trabalhos escolares, Thalyta confessa que acha o Google muito mais atrativo que os livros. A explicação para todo esse fascínio é que o provedor monitora diariamente a vida dos internautas. A cada acesso feito, a rede acumula informações sobre as preferências de quem acessou.

O dia que o Google parou

Centenas de internautas pelo mundo entraram em pânico no dia 19 de fevereiro. Como mostra do que seria o mundo sem o Google, o site de buscas ficou instável durante todo o dia. A imprensa chegou a cogitar num possível ataque à rede, mas, em comunicado oficial a Google Brasil negou que fosse um atentado. A única explicação dada pela empresa e que o servidor teria enfrentado alguns problemas locais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Tecnologia como ciclo vicioso

Embora não seja possível ignorar os processos tecnológicos que vem modificando a sociedade nas últimas décadas, é preciso admitir que a dinâmica da evolução é capaz de aprisionar as organizações. A Era da informação agilizou a produção e armazenamento de dados mas, tornou a sociedade cada vez mais dependente de quem detém a tecnologia.
A armadilha dos bancos de dados

Como a tecnologia está em constante mutação, ao adquirir um equipamento de última geração, as organizações já devem traçar estratégias para substituí-lo muito brevemente. Essa contínua substituição pode acarretar prejuízos pois, muitas vezes, os bancos de dados existentes entram em choque com os novos softwares. A necessidade de um banco de dados cada vez maior, impulsiona o desenvolvimento de novas tecnologias que, por sua vez, aumentam os bancos de dados num eterno ciclo de dependência. Estudiosos da área de TI (Tecnologia da Informação) admitem que não há como escapar a esse ciclo e garantem que para evitar os sustos só mesmo usando uma estratégia bem antiga: negociar com os fornecedores.